March 7, 2012

February 29, 2012
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(Source: uf0s, via parano-i-d)

February 29, 2012

(Source: skinnydippwithme)

February 29, 2012

(Source: procaine, via skinnydippwithme)

February 29, 2012

Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras. 
Sou irritável e firo facilmente. 
Também sou muito calmo e perdôo logo. 
Não esqueço nunca. 
Mas há poucas coisas de que eu me lembre……………

February 29, 2012


Isn’t he a bit like you and me?

Tentei achar alguma musica que diga alguma coisa. Nada foi tão bom como a letra dessa musica. 

February 29, 2012

(via side-effects-of-the-cocaine)

February 29, 2012

C’est la vie ???

February 28, 2012
Sete minutos no céu……….

Ontem eu surtei, não sei ao certo porque, acho que tem a ver com a noite anterior quando ela me ligou. 

Pensei em muita coisa. 

Ontem acordei me sentindo estranho, muito estranho, como se nada se encaixasse e como se ela já vivesse um outro amor. Sonhei eu acho. 

Me desesperei e fugi das minhas responsabilidades. Fugi pois precisava. Meu objetivo era chegar na praia, ver o mar. Quem sabe lavar a alma no mar. Peguei o metro….foi quando minhas mãos magicamente digitaram uma mensagem para ela. “Estou tendo um dia péssimo. Me ajuda?” E ela prontamente concordou em me encontrar na praia do Leblon. Não sei porque escolhi esse lugar, não sei porque eu liguei para ela. Senti que eu estava surtando, que ia explodir e até onde eu sei ela era a unica pessoa que conseguia me transportar para outro lugar longe daqui. 

Andei rápido, corri em direção ao sol que estava se pondo atrás do Dois irmãos. Chegando lá ela já me esperava. Nos abraçamos forte e fomos para areia sentar perto do mar.

A partir dai o mundo já estava mais calmo. Era como se eu tivesse apretado o “pause” no controle remoto. Era como se nada houvesse mais. Eram como sete minutos no céu, onde você pode fazer qualquer coisa e não sente mais nada. 

Conversamos, tocamos os dedos, seguramos as mãos entrelaçando os dedos, nos abraçamos, ela me chamou para deitar no colo dela. Deitei e pude sentir seu cheiro de perto, sua pele, ver o seu rosto, que estava mais lindo do que eu lembrava. Naquela posição ficamos. Mudamos de posição quando ela falou sobre o lugar mais seguro do mundo, entre meus braços com a cabeça apoiada no meu peito. De fato, aquele para mim, é o lugar mais seguro do mundo. Ela beijou meu braço, minha cabeça, retribui com beijos no pescoço, bochecha e onde mais estivesse vago e ela retribuia. Nessa fomos ate escurecer. Quando ela quis ir embora, para irmos comer esfiha no Largo do Machado. Não quis. A segurei e tentei beija-la, foi quando ela gritou: “Não faz isso!” Eu não tinha entendido nada, eu ainda não entendi nada disso. Imediatamente me afastei e como uma criança me pus a chorar. A partir dai as coisas ficaram mais confusas. Não me lembro se eu falei primeiro ou ela. Sei que disse que não queria nada, só queria amor, só queria aquilo naquela hora. Ela concordou, mas achei que fosse tarde demais. Já havia negado de primeira. A justificativa dela era que não queria que as coisas ficassem mal entendidas. 

Me roubou um beijo, nos beijamos. Eu era uma criança que acabara de ganhar um pacote de guloseimas, cheio de besteiras. Levantamos e nos abraçamos, fomos indo em direção a rua. Calçamos os sapatos e fomos pegar um ônibus. No caminho ensaiei pegar a mão dela, mas logo desisti. Não queria aquilo. Não quis ser rejeitado de novo. Como eu havia dito, era só ali, naquela hora, naquele dia. 

Fomos meio caminho calados e meio caminho entrefalando coisas completamente irrelevantes. Chegamos ao árabe e comemos nos banquinhos que ela tanto gosta. Não nos falamos muito nessa hora também. Fomos embora como se fosse para a casa dela e eu pretendia acompanha-la, quando chegamos na faixa de pedestres ela me disse que eu ia para o outro lado. Comentei que eu ia leva-la até a porta do Parque Guinle. Ela disse que não precisava e eu fiz que não me importei. Me deu um beijo, retribui e demos mais uns beijinhos. Fui embora. 

Fui embora e coloquei os fones do ouvido. Sorri para um bebê que fingia falar ao celular no metro. Não entendi nada. 

Cheguei em casa e pensei naquilo que havia acabado de acontecer. Foi bom, foi otimo, foi mágico eu diria. Sai para um aniversário meio sem vontade…..

Hoje quando acordei me lembrei do grito, “Não faz isso!”. Fiquei pensando o porque daquilo. Uma masturbação mental sobre aquele assunto, remoendo e pensando o porque daquilo. Não entendi.

Como alguém que diz que ama outro alguém, mas não quer ficar junto? Tem medo?Medo de que? Ela mesma antes me dizia; ”É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.” Eu to aqui, seguindo o conselho dela. E ela por ai, querendo sair com sei lá quem. Querendo dar um tempo que não vai mudar nada em nada. Querendo ver oque acontece. Vamos ver oque acontece. Cedo ou tarde não vamos ter só ficado com outras pessoas. Vamos nos interessar por elas e quem sabe chama-las de amor da vida. 

Acho que o nosso amor não acabou. E não acho mais que seja assim que vamos resolver as coisas. Agora, nesse momento, nessa semana para ser mais exato, eu também não quero voltar. Mas eu não sei quanto a semana que vem, não sei quanto a amanhã. Não sei qual é a sua vontade de fato. Eu preferia que me disesse que não quer mais voltar. Assim eu parava de pensar em quando isso pode acontecer. Já disse e é verdade. Minha vida não esta parada. Mas ela me freia muitas vezes por causa de você. 

Nossos sete minutos no céu podem ser mais dois anos. Ou podem ser só mais dois dias……… eu queria de verdade saber oque ela quer……………………………….

Se puder me conta. 

February 28, 2012

(via interiormorto)

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